domingo, 9 de setembro de 2007

Sometimes





Sometimes…


I wish I could be so far away…

Somewhere over the rainbow…

Where no-one could find me…

In a place that not a soul could know…


Sometimes…


I wish I had no heart so that I couldn’t be hurt…

I wish I could not see… hear… or feel…

What is going on around me…

I wish I could not feel the pain… and the tears…

I wish I had a world of my own… just for me…


Sometimes…


I wish I could be always right… and was never wrong…

I wish that I could not understand a thing…

I wish that my hell was heaven…

I wish I could see only angels and no devils…


Sometimes…


I wish I could see always sunshine and no darkness…

I wish I could smile all the time and not being sad…

I wish I had no thoughts…

I wish I could forget everything…


Sometimes…


I wish that there was no time at all…

I wish… that I had nothing to wish for.




sábado, 8 de setembro de 2007

O desafio da Only me



E assim fui desafiada:



“Kakauzinha… depois isto torna-se um ciclo e através de outros, chegam outros e quando vêm por bem assim como você é um gosto de ler… por isso cá estou a desafiá-la… será um prazer sempre senti-la por cá…:)”



only me, será um prazer e mais uma vez te agradeço a gentileza do teu convite e das tuas palavras.

Tomei também a liberdade de transcrever aqui a mensagem da linda foto que tens no teu post, espero que não te importes, mas dá a entender a tua sensibilidade:




“Sejamos como o Sol
que não usa
nenhuma recompensa,
não espera lucros,
nem elogios,
nenhuma fama,
simplesmente
BRILHA.”





E o desafio da Only me é o seguinte:


“Escolher 5 pessoas que costumam comentar muito os nossos “posts”. E escrever a importância que elas têm aqui no meu cantinho. Essas mesmo cinco pessoas terão que fazer o mesmo no seu blog.”


And the Oscar goes to:


Jasmim

Minha docinha e querida amiga, minha fiel leitora e comentadora, sempre com as tuas palavras sábias, ternurentas e maravilhosas. Minha “colega” do Salão Nobre (sala Bla) onde fazemos o diabo a quatro em noites de chorar a rir. Tu já sabes o que eu penso de ti. Gosto-te*


WildMindMan

Claro que te tinha de desafiar! És um dos meus “colegas” preferidos do Salão Nobre, e já lá vão uns anitos, sempre um doce, sempre simpático, sempre com uma palavrinha linda para mim. Um beijão pa tu*:)


Delicioso Excelsior que me começaste a comentar no Chat de Vida e que me arrancaste muitas gargalhadas ao elaborar uma lista para me encontrar um cota-light à maneira! Gosto das tuas visitas aqui ao meu estaminé e espera aí que quando voltares ao teu blog lá estarei a comentar também. És um querido, toma lá um xi. Giant kiss, Giant smile*)


Momentos

Querida e delicodoce Um Momento, um destes dias tu tinhas a “Cinderela” do Carlos Paião no teu blog e eu perguntei-te “O meu nome é Kakau, e o teu qual é?” Baptizaste-me logo como “Cinderela de Chocolate” e tens-me feito sorrir imenso. Deixas-me sempre palavras de uma doçura imensa. Agradeço-te e aqui vai um grande beijo e um grande sorriso pa tu*:)


Ni

Comecei a ler-te no blog do Excelsior, depois no teu, e adorei o que li. Agradeço-te também a tua visita aqui ao meu cantinho e será sempre um prazer receber-te. Beijinho azul, sorriso azul com ventos do meu deserto *:)


Para os meus outros deliciosos chocolates:


Apesar de não poder nomear todos da minha lista de deliciosos chocolates, espero que haja outra oportunidade. Deixo um beijinho também para todos.






"Pode ser que um dia deixemos de nos falar...


Mas, enquanto houver amizade,


Faremos as pazes de novo.


Pode ser que um dia o tempo passe...


Mas, se a amizade permanecer,


Um de outro se há-de lembrar.


Pode ser que um dia nos afastemos...


Mas, se formos amigos de verdade,


A amizade nos reaproximará.


Pode ser que um dia não mais existamos...


Mas, se ainda sobrar amizade,


Nasceremos de novo, um para o outro.


Pode ser que um dia tudo acabe...


Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,


Cada vez de forma diferente.


Sendo único e inesquecível cada momento


Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.


Há duas formas para viver a sua vida:


Uma é acreditar que não existe milagre.


A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre."


Albert Einstein




Maddie, little toddler





O caso Maddie tem feito correr rios de tinta. Eu tenho assistido e espero que a verdade se imponha seja ela qual for.

Mas há coisas que não entendo. Todo este “circo” montado, a preocupação do Pai da criança de avisar a comunicação social inglesa na própria noite do desaparecimento, a Mãe fechada no quarto, enquanto a polícia, com helicópteros, os empregados do Ocean’s Club e a população vizinha se empenhavam na procura da menina.

A ida ao Vaticano é também algo que ainda estou para perceber, mas como disse o Moita Flores há aqui o factor político de forma a exercer pressão na actuação das autoridades portuguesas, atendendo que uma audiência com o Papa tem de ser agendada com meses de antecedência e por vezes até os Primeiros-Ministros têm dificuldade em consegui-la! Se todos os Pais a quem lhes raptam os filhos fossem ao Vaticano o Papa não tinha um único dia livre!

Eu continuo a não entender estas razões até porque a PJ tem feito todas as diligências necessárias, dando um destaque nunca visto a este caso. É certo que temos a obrigação de mostrar aos cidadãos estrangeiros que podem confiar em Portugal quando algo de terrível assim lhes acontece, mas toda esta pressão tem contornos algo obscuros.

Indignou-me sobretudo, no início, a atitude da família de Maddie que não se coibiram de tecer duras acusações à suposta inércia da PJ, como se fosse possível encontrar a criança num espaço de horas! Também se torna revoltante ouvir tais acusações da parte de cidadãos de um país onde desaparecem crianças e adolescentes quase todos dias e onde o crime tem um número extremamente elevado. Mas isto é família da criança a falar e não se pode englobar toda a opinião pública, felizmente! E já conhecemos bem os tablóides ingleses, não são propriamente o bastião da verdade.

Se a nossa polícia não tem os meios de investigação dos ingleses, se não tem os cães pisteiros, se não tem um laboratório de análises especial para este tipo de casos, é porque o nosso (des) Governo não lhe dá essas condições. Penso que muito tem feito e como gostaria que o caso do Rui Pedro e de outros tantos portugueses tivesse tido esta exaustão de investigações!

Até se provar se são porventura culpados, os pais de Maddie são inocentes de crime. Mas há aqui um factor incontornável, se não cometeram crime são culpados de negligência e nas suas declarações e justificações há muitas lacunas a preencher.

A PJ pode não ser perfeita… mas os pais de Maddie são-no muito menos! Não se deixam três crianças tão pequenas sozinhas, seja em que lado for, sem sequer recorrer ao serviço de babysitting grátis do empreendimento! Algo verdadeiramente espantoso!

No fundo, de quem eu tenho mesmo pena… é da pequena Maddie, um pequeno anjo que sabe Deus onde estará…


Maddie, little toddler, I pray for you.


Uma lágrima para o Rui Pedro, para a Mãe dele, uma Mulher corajosa que deu um exemplo de sobriedade e de tenacidade, lutadora incansável na busca da verdade, são rostos que não poderemos esquecer enquanto vivermos.

Uma lágrima para todas as crianças raptadas para pedofilia, do nosso país e do mundo.


Para este crime só vejo um castigo: Pena de Morte.


Um olhar










Na magia de um olhar existem mil palavras…

E num olhar se mergulha no mais profundo da alma…

Tudo se diz sem proferir um som, um murmúrio…


Olho para o Mundo e vejo, sinto o seu olhar em mim…

Mas há tanto tempo atrás vi num certo olhar um outro mundo…

Aquele onde a perfeição não existe mas que toda a beleza encerra…

E assim fiquei presa nesse olhar, num cair de tarde quente…

Em que o Universo parou só para mim e assim ficou…

E o meu olhar revelou o que um coração pode dizer…

Com a força com que nos entregamos ao sublime…







Guardei essa magia como um segredo só meu…

Para a beber e vaguear pelo infinito…

E aqui estou… hoje... sonhando com o amanhã…

Com o olhar perdido no horizonte dos sentidos…








sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Desencanto



Com um rosto masculino… com um rosto feminino…

Há quem se chegue a nós com um brilho especial… cintilando…

Assim nos parece… chegam de mansinho com palavras que parecem abraços…

E nós, ainda com alguma ingenuidade, mergulhamos nesse brilho… nesses abraços...

Acreditando… pensando que ali está alguém tão diferente!

Depois… com o tempo… vamos desvendando a verdade…

Vamos constatando que os afagos afinal duram apenas o cair de uma lágrima…

E as lindas palavras deixam de existir… desaparecem no tempo…

Não passaram de uma estrela cadente…

'... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...'

A nossa alma desperta e olhamos em volta…

Sentindo, mais uma vez, que não podemos acreditar em tudo…

Porque tão depressa somos importantes como deixamos de ser…

Assim como uma aragem que passa e foge de seguida…

Partindo para não mais voltar…

São as coisas da vida…





quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Saudades de ti



Hoje as saudades apertaram dentro do peito…

E quis tanto que estivesses aqui… junto de mim…

Queria tanto passear as minhas mãos nos teus cabelos…

Ficar quieta a olhar-te tempos sem fim… olhos nos olhos…

Se eu pudesse quebrar a distância que nos separa…

Ficaria nos teus braços todo o dia, toda a noite…

Vivendo esses momentos apenas junto a ti…

Já deixei de perguntar as razões… o porquê…

Que tens tu afinal que me prende assim…

Mas tu dizes-me docemente… "Vem ter comigo"…

E o resto deixa de importar, de ser, de existir…

Não quero saber as razões, não quero saber de nada…

Só sei que gosto de ti… gosto de ti… gosto de ti…


Para ti…
Que gostas de mim…
Porque me dizes…
“Sabes a pastilha elástica”…










Nessun dorma




A minha ária preferida… arrepia-me sempre que a oiço…

Hoje com uma lágrima…



Luciano Pavarotti… inesquecível!





Nessun dorma, Turandot, Puccini


quarta-feira, 5 de setembro de 2007

For Good


O tempo vai passando… lentamente…
Levando memórias… rostos… instantes…
Desvanecendo feridas… e desgostos…
Deixando cicatrizes…. no corpo… na alma…

O tempo vai passando… lentamente…
Mas há memórias… rostos… momentos…
Que ficam… que não se podem esquecer…
Porque fazem parte de quem sou… como sou…

Tu ficaste aqui… guardado… para sempre…
O tempo te levou… para longe de mim…
A vida colocou um oceano entre nós…
E passaram-se três anos… de silêncio…

O tempo vai passando… lentamente…
E neste vazio que trago em mim…
Só as saudades te culpam… sem querer...
Porque a culpa não faz parte de Ti…

Tu não fazes parte da minha vida…
Tu foste… És… e sempre serás a minha vida…
E é em Ti que me abrigo… do tempo que passa…
Fazendo de Ti o meu mais lindo sonho…

Foste a realidade de um tempo que passou…
Vivida com uma emoção nunca sentida…
Com o Amor que só se sente uma vez… no tempo…
Com a Paixão que queima o coração…

O tempo pode passar… lenta ou velozmente…
Mas Tu aqui estás… como sempre estiveste…
Gravado num sorriso luminoso… de ternura…
Num abraço quente… forte… poderoso…
Num beijo eternamente lembrado…
Em todos os beijos que não mais demos…
E que queríamos dar… uma e outra vez… desejados…
O tempo… a vida… ri-se de nós… sem piedade…
Tantas voltas nos troca… sem querermos…
Bonecos de fios que somos nas suas mãos…

Nesta minha solidão… o tempo vai passando… lentamente…
Vou contando os anos que me separaram do Sonho…
Que quase foi cumprido… ali tão perto… na palma da mão…
E que … mais uma vez… se esfumou no tempo…
Com um sorriso Te trago dentro de mim…
Com um beijo que é só Teu… e só Teu…
As minhas mãos estendem-se para Ti…
Te agradeço por seres quem és… como és…
Por me teres amado… por me amares…
Neste nosso Sim para toda a vida…
Na alegria e na tristeza…
Até que a morte nos separe…

E para lá da morte…
Eternamente… e para sempre…




How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of Being and ideal Grace.
I love thee to the level of everyday's
Most quiet need, by sun and candle-light.
I love thee freely, as men strive for Right;
I love thee purely, as they turn from Praise.
I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood's faith.
I love thee with a love I seemed to lose
With my lost saints, -I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life! - And, if God choose,
I shall but love thee better after death.

Sonnet XLIII, Elizabeth Barret Browning


I've heard it said
That people come into our lives for a reason
Bringing something we must learn
And we are led
To those who help us most to grow
If we let them
And we help them in return
Well, I don't know if I believe that's true
But I know I'm who I am today
Because I knew you
Like a comet pulled from orbit
As it passes a sun
Like a stream that meets a boulder
Halfway through the wood
Who can say if I've been changed for the better?
But because I knew you
I have been changed for good
It well may be
That we will never meet again
In this lifetime
So let me say before we part
So much of meIs made of what
I learned from you
You'll be with me
Like a handprint on my heart
And now whatever way our stories end
I know you have re-written mine
By being my friend
Like a ship blown from its mooring
By a wind off the sea
Like a seed dropped by a sky bird
In a distant wood
Who can say if I've been changed for the better?
But because I knew you
Because I knew you
I have been changed for good
And just to clear the air
I ask forgiveness
For the things I've done you blame me for
But then, I guess we know
There's blame to share
And none of it seems to matter anymore

Like a comet pulled from orbit as it passes the sun
Like a stream the meets a boulder halfway through the wood
Like a ship blown from its mooring by a wind off the sea
Like a seed dropped by a bird in the wood
Who can say if I've been changed for the better?
I do believe I have been changed for the better
And because I knew you
Because I knew you
Because I knew you
I have been changed For Good.


For Good
, Wicked



Do... Re... Mi... a name I call myself





Doe, a deer, a female deer


Ray, a drop of golden sun


Me, a name I call myself


Far, a long, long way to run


Sew, a needle pulling thread


La, a note to follow Sew


Tea, a drink with jam and bread


That will bring us back to Doe

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Fragmentos




Acendo um cigarro… quase 6 da manhã… e eu sem sono…

Divago… penso em tudo e em nada… peguei no livro e atirei-o para longe…

Não me apetece ler… o silêncio da cidade adormecida basta-me… e o som de Chopin soa baixinho…

Penso em ti… calmamente… sinto a tua falta… ou talvez nem tanto… não sei…

Neste momento é difícil definir o que sinto… o que quero… talvez queira tudo… ou nada…

Não temos de querer sempre algo… sim… talvez seja mesmo isso… se calhar não quero nada…

Até gosto de me sentir assim… indiferente… cansada… mas tranquila…

Sem me preocupar… passou a fase negra… volto a respirar…

Logo… à luz do dia começo a pensar… não sei é em quê… algo será…

Nunca quis tanto que o tempo passasse como hoje… mas quero…

Espero ansiosamente pelo Outono… porque este… este vai ser tão diferente…

Em Lisboa penso melhor… quando lá for… sim… depois vejo…

Vou guardar os planos na gaveta… não penso mais neles… ainda os mudo…

E melhor é não mudar… ou mudo? Hoje é mesmo o dia das indecisões…

Nem é bem isso… é que depois destes dias tão vagos estou exausta… de tudo…

Não foi fácil… mas acabou bem… agora sim… agora vou ver se durmo…

Vou fechar a luz… e pensar em ti…

Quando acordar mando-te… um beijo… mas só um…

Pena não seres Chopin... só ele compreende todas as feridas da minha alma...